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Adolescente venezuelana foi morta pelo padrasto no Paraná porque ele não aceitava fim do relacionamento com a mãe dela, aponta investigação

Homem suspeito de matar enteada acaba morto pela PM na região de Maringá A adolescente venezuelana encontrada morta em Floresta, no Noroeste do Paraná, foi i...

Adolescente venezuelana foi morta pelo padrasto no Paraná porque ele não aceitava fim do relacionamento com a mãe dela, aponta investigação
Adolescente venezuelana foi morta pelo padrasto no Paraná porque ele não aceitava fim do relacionamento com a mãe dela, aponta investigação (Foto: Reprodução)

Homem suspeito de matar enteada acaba morto pela PM na região de Maringá A adolescente venezuelana encontrada morta em Floresta, no Noroeste do Paraná, foi identificada como Andreina Susej Gonzalez Sosa, de 14 anos. As investigações iniciais da Polícia Civil (PC-PR) mostram que o crime foi cometido pelo padrasto dela, Yorvi del Jesus Garcia, de 26 anos, porque ele não aceitava o fim do relacionamento dele com a mãe da vítima. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PR no WhatsApp Yorvi foi encontrado pela Polícia Militar (PM-PR) ainda no sábado (17) — mesma data em que o corpo foi localizado. Conforme o relatório da corporação, ele foi morto depois de atirar contra os policiais durante a tentativa de abordagem, em uma estrada rural de Maringá. Em entrevista ao g1, o delegado Gustavo Mendes explicou que o padrasto foi reconhecido por uma testemunha, que o viu carregando o corpo da jovem até o espaço abandonado. O local também é próximo à casa da vítima. Adolescente venezuelana de 14 anos é encontrada morta em mata no Paraná; padrasto, apontado como suspeito do crime, morre em confronto com a PM Reprodução/RPC "A testemunha, a princípio, não tinha ciência do que era, mas o autor ainda ficou ali no local alguns minutos, porque foi cobrir a menina, colocou algumas coisas em cima ali para escondê-la. No outro dia, na hora em que essa testemunha acordou, ela foi lá. Por curiosidade, ela foi até o local para ver o que ele tinha escondido ali. E aí se deparou com o corpo da menina", disse Mendes. A partir desta informação, foi apurado que Yorvi e a mãe da adolescente estavam em processo de separação e ele não aceitava a decisão da mulher. Desta forma, a polícia trabalha com a hipótese de que "ele acabou utilizando a filha dela [ex-companheira] para atingi-la". O caso segue em investigação pela Polícia Civil. A princípio, as hipóteses são de feminicídio e vicaricídio. 🔎Vicaricídio é o crime cometido contra uma pessoa que está sob a guarda de uma mulher para causar sofrimento a ela. Homem mandou mensagem para ex-companheira antes de cometer o crime De acordo com o delegado, Yorvi mandou uma mensagem para a ex-companheira na madrugada de sábado. Por saber que a mulher saía para trabalhar naquele período, perguntou a ela se já havia deixado a casa, porque gostaria de pegar alguns documentos que estavam no imóvel. Para a polícia, a mensagem foi a maneira que o homem encontrou para saber se a enteada estava sozinha em casa. Quando ele recebeu a resposta da ex-companheira de que ela havia saído, Yorvi invadiu o local e cometeu o crime. "A faca, inclusive, foi encontrada no local. Então ele utilizou ali uma faca. Falam [perícia inicial] em algo em torno de 14 facadas que ele teria dado ali na região do busto ali da menina", o delegado relatou. Vídeos mais assistidos do g1 PR: Leia mais notícias em g1 Paraná. Leia mais em g1 Paraná.

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